TEOCRASÍLIA

desde 2016

Teocrasília não é uma HQ qualquer! A ideia é trazer reflexão e pensamento crítico através da arte. Por isso a obra vem denunciando ferrenhamente, desde 2016, o perigoso avanço religioso e da mentalidade militar na política nacional!

Sinopse: o caminho entre 2013 e uma distopia pode ser mais curto do que imaginamos!

Num breve e distópico futuro o Brasil se encontra governado por um regime teocrático, fruto de uma manobra política por parte da retrógrada ‘Bancada da Palavra’. Agora um grupo chamado ‘Divino Altar’, composto pelos pastores mais ricos e influentes do país, dita

com mão de ferro os rumos da nação que é varrida por uma série de retrocessos sociais. Esse grupo político era um mal antigo que aumentava a cada novo ciclo eleitoral, e num momento delicado e

perigoso da história brasileira soube ser oportunista para tomar de vez o poder e impor seus dogmas religiosos como leis para toda a

população, com penas gravíssimas para os infratores. Esse proces-

so se inicia a partir da vitória apertada do "Capitão Malenda" (uma clara analogia ao Bolsonaro), após um período de grande polarização política na sociedade. O prólogo publicado em 2016 conta como chegamos nesse ponto, começando com as manifestações que sacudiram o Brasil em 2013, passando a seguir pela fase do impeachment, traçando a partir daí, rumos fictícios sobre cada fase política e suas consequências. 

MÍDIA & CRÍTICA

Algumas entrevistas e reviews sobre a obra para entender melhor como funciona o tratamento do tema na HQ!

  crítica Outubro 2017

  entrevista Novembro 2018

"Quadrinista de Niterói lança HQ

que retrata Brasil dominado por

fundamentalistas religiosos"

  O Globo, Maio de 2018  

"Traços com voz ativa""

  O Fluminense, Maio de 2018  

  crítica Novembro 2018

  entrevista/crítica Janeiro 2019

Guilherme Solari, Catraca Livre

“Acho que é uma discussão muito importante e eu não to vendo ninguém discutir isso da mesma forma que o Denis Mello. Acho que vale muito o debate, porque estamos na era da desinformação. Enquanto grupos criam atmosferas de ódio por questões ‘bananas’, muitas vezes tem gente ganhando poder ali na rebarba e isso pode ter consequências muito sérias para a democracia depois.”

ATAQUES DE ÓDIO

Pra se expor contestando determinadas corjas, é preciso ter sangue frio e paciência. Mas acreditar na importância de um projeto como esse existir facilita bastante. A seguir, alguns comentários que já recebi nas minhas postagens:

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